
Sai para o dia, ele estava cinza e o clima pesado, ainda sim, sentei no banco mais próximo e respirei o ar úmido-vi beleza naquela manhã.
As árvores dançavam com o vento, o verde se misturava com o cinza, os pássaros com a calma apressada de conhecer as nuvens e compor suas canções. Naquele mundo, onde tudo acontecia em câmera lenta, consegui perceber os detalhes que fazem dele um mundo, uma terra.
Minha mente precisa de tempos em tempos da calma que as ondas transmitem, o cheiro da maresia e o salgado no paladar.
Nesses momentos em que minha percepção fica agussada e curiosa aos detalhes do mundo a minha volta, eu respiro, a levessa me encontra e a liberdade se torna minha amiga por uma manhã.